Por trás de uma vista cansada
E ouvidos saturados de mentiras
Visto o fardo da impotência
O qual até ontem não me servia
Entendo hoje o vazio homem
Seja ele corrupto ou corruptível
Que vomita hierarquia cargo abaixo
Bêbado de poder e ambição
E lhe digo com a boca amarga
Num último suspiro de poder
Sem esperança de compreensão
O que um dia, velho, você vai entender
Essa sua tão gritada liberdade
Que você defende impetuoso na rua
Em nenhum passo já dado pelo relógio
Há de ter sido sua
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