Olhar de mel docemente apimentado
Castanho agressivo embriagado
Implora soberano uma noite perdida
Pr'em conversas gélidas de almas vazias
Entorpecer o corpo com minutos de suor
Grita em silêncio o casal voluptuoso
Propositalmente me envolve em laços ardentes
Me queima por dentro em desvio orgulhoso
Me convida a domá-lo com beijos de amor
Ah! Olhos terrosos
Por que então, enfim, não explicitam
O desejo por trás desse teatro terrível
Pr'em segundos a mais eu morrer de tesão?
Beijarei-os agora.
Sem traço de pressa ou de demora
Entreguemo-nos vivos à doce paixão
Vivamos entregues à passageira ilusão
Ao escrever, colocamos uma parte nossa em palavras. Uma parte tão íntima e tão impessoal ao mesmo tempo, a ponto de muitas vezes não nos conhecermos por elas, ou até, nos conhecermos melhor.
segunda-feira, 24 de agosto de 2015
domingo, 16 de agosto de 2015
Talvez fosse Sol
Talvez eu esteja amando
Talvez você esteja
Talvez nós acertamos
Talvez ninguém certeza
Talvez a gente errou
Talvez fosse dar certo
Talvez teu beijo fosse
Meu Sol em céu aberto
Talvez
Talvez você esteja
Talvez nós acertamos
Talvez ninguém certeza
Talvez a gente errou
Talvez fosse dar certo
Talvez teu beijo fosse
Meu Sol em céu aberto
Talvez
sexta-feira, 7 de agosto de 2015
Rod. Vida-340
Linha do tempo correndo a vida
Em chão batido e asfaltado
Pedra, curva, buraco
Subida
Paixão acentuada a 500m
Para monotonia mantenha a direita
Sob condições de amor
Aumente a velocidade
Nunca pare na pista
Pedágio: amor à vontade
Preste atenção na vista
Não há retornos
Condução perigosa permitida
Vento gelado no rosto
Fim da rodovia da vida
Acidente
Fatal
Em chão batido e asfaltado
Pedra, curva, buraco
Subida
Paixão acentuada a 500m
Para monotonia mantenha a direita
Sob condições de amor
Aumente a velocidade
Nunca pare na pista
Pedágio: amor à vontade
Preste atenção na vista
Não há retornos
Condução perigosa permitida
Vento gelado no rosto
Fim da rodovia da vida
Acidente
Fatal
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